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A VISÃO NA INFÂNCIA E AS DOENÇAS MAIS COMUNS


BebÊS

Desde a gravidez o acom-panhamento pré-natal é imprescindível, principalmen- te em mulheres que tiveram toxoplasmose ou rubéola durante a gravidez.

A questão genética também deve ser levada em conta, pois mães com idade avan-çada têm mais chances de ter filhos com problemas genéticos, e conseqüente-mente, problemas oculares.


Os recém-nascidos apresentam visão baixa quando nascem. De início, eles vêem objetos que se encontram a uma pequena distância, mas sem nitidez total. Isso acontece porque as estruturas cerebrais e retinianas relacionadas a visão e movimentação dos olhos ainda não estão totalmente maduras. A nitidez melhora a partir de 6 meses.

O desenvolvimento da visão ocorre de forma acelerada logo nos primeiros seis meses de vida e avança progressivamente até a criança completar quatro anos. Entretanto, como a velocidade de crescimento varia, há crianças que conseguem enxergar o que um adulto enxerga muito antes dos quatro anos. Recém-nascido: enxergam sem nitidez, apenas contrastes de cor, aos 4 meses: adquirem visão de profundidade, o que permite que a criança pegue objetos próximos aos 7 meses: desenvolvem maior sensibilidade ao contraste, aos 3 anos: já possuem um sistema visual totalmente desenvolvido, mas que poderá ser moldado até os 8 a 10 anos.

 

Para que o sistema visual se desenvolva normalmente, o cérebro deve receber um estímulo visual correto e sem obstáculos. Se existe algum problema que interfere com a visão de um ou ambos os olhos, as conexões entre o olho e o cérebro podem se tornar enfraquecidas ou não se desenvolverem devidamente. Para comparação, vale mencionar que a visão de um adulto normal é de 20/20, enquanto a de recém-nascidos varia de 20/400 a 20/600.

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